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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Das leituras de férias - Não nascemos prontos - Mário Sérgio Cortella.

Terminei de ler o "Não nascemos prontos" de Mário Sérgio Cortella. Não é um livro que se deva ler da capo al fine e, sim, em momentos em que estamos dispostos a refletir sobre o que lemos. 
Separei algumas colocações de textos do livro os quais me fizeram refletir.
No texto - Vergonhas amargas - na página 113, Cortella cita uma reflexão de Paulo Freire sobre a compreensão e a tarefa do nosso tempo. Chamou-me a atenção o comentário de Cortella sobre a necessidade de "se repetir não até que as pessoas se cansem, mas até que se convençam": "A melhor maneira que a gente tem de fazer possível amanhã alguma coisa que não é possível de ser feita hoje é fazer hoje aquilo que hoje pode ser feito. Mas se eu não fizer hoje o que hoje pode ser feito e tentar fazer hoje o que hoje não pode ser feito, dificilmente eu faço amanhã o que hoje também não pude fazer."
À página 121, no texto - Sábia consciência -Cortella cita Beda, monge beneditino que viveu há 1300 anos na Inglaterra, também chamado de o Venerável."Beda nos legou (com validade indeterminada!) uma prescrição em forma de advertência, na qual diz que há três caminhos para a infelicidade ( ou fracasso): 1) não ensinar o que se sabe; 2) não praticar o que se ensina; 3) não perguntar o que se ignora." Cortella conclui:"retomando pelo positivo as três advertências de Beda - que o sucesso está na generosidade mental..., na honestidade moral... , e na humildade inteligente..." 
Ainda às páginas 131 e 132 - Um persistente cio - Cortella cita Erich Fromm - psicanalista alemão - que nos advertiu que "o homem moderno pensa perder algo - tempo - quando não faz as coisas depressa; entretanto não sabe o que fazer com o tempo que ganha, a não ser matá-lo". Citando Afonso Arinos em "A escalada" que afirma "domar o tempo não é matá-lo, é vivê-lo".
Cortella acrescenta :"Viver o tempo! Vivificá-lo, torná-lo desfrutável. Ora, nada como um bom livro para fazer pulsar a vida no nosso interior, vida essa que, quando absortos na leitura, nos faz esquecer a fluidez temporal e nos permite suspender provisoriamente a mortalidade e a finitude". 
Foi isso que senti ao concluir as excelentes "provocações filosóficas" de "Não nascemos prontos".

sábado, 23 de abril de 2016

Outra de Mário Sérgio Cortella.






"É necessário cuidar da ética para não anestesiarmos a nossa consciência e começarmos a achar que tudo é normal."

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Por que Epicuro?

A Filosofia era uma das disciplinas que estudávamos no colégio e na faculdade nos tempos em que os frequentei. Por incrível que pareça, somente há uns 8 ou 10 anos atrás, já frequentando a escola de atualização (ESCOLA PARA ADULTOS), é que tive o meu interesse despertado para um filósofo grego em particular - Epicuro. A razão do meu interesse, provavelmente, se deve ao excelente professor que tivemos, infelizmente, por um semestre apenas. Quero crer que se o Prof. Edgar tivesse permanecido no corpo docente, hoje, eu seria uma apaixonada pela filosofia antiga. Professor de rara inteligência e carisma, sabia como poucos motivar seus alunos para mergulharem nos emaranhados filosóficos da antiguidade. 
Epicuro de Samos (em grego antigo: Ἐπίκουρος, Epikouros, "aliado, camarada"; 341 a.C., Samos — 271 ou 270 a.C., Atenas) foi um filósofo grego do período helenístico. Seu pensamento foi muito difundido e numerosos centros epicuristas se desenvolveram na Jônia, no Egito e, a partir do século I, em Roma, onde Lucrécio foi seu maior divulgador.

Filosofia e obra

O propósito da filosofia para Epicuro era atingir a felicidade,[2] estado caracterizado pela aponia, a ausência de dor (física) e ataraxia ou imperturbabilidade da alma. Ele buscou na natureza as balizas para o seu pensamento: o homem, a exemplo dos animais, busca afastar-se da dor e aproximar-se do prazer. Estas referências seriam as melhores maneiras de medir o que é bom ou ruim. Utilizou-se da teoria atômica de Demócrito para justificar a constituição de tudo o que há. Das estrelas à alma, tudo é formado de átomos, sendo, porém de diferentes naturezas. Dizia que os átomos são de qualidades finitas, de quantidades infinitas e sujeitos a infinitas combinações.
A morte física seria o fim do corpo (e do indivíduo), que era entendido como somatório de carne e alma, pela desintegração completa dos átomos que o constituem. Desta forma, os átomos, eternos e indestrutíveis, estariam livres para constituir outros corpos. Essa teoria, exaustivamente trabalhada, tinha a finalidade de explicar todos os fenômenos naturais conhecidos ou ainda não e principalmente extirpar os maiores medos humanos: o medo da morte e o medo dos deuses. (Fonte - Wikipédia) 


"Não temos tanta necessidade da ajuda dos amigos quanto da certeza da sua ajuda."

 "As pessoas felizes lembram o passado com gratidão, alegram-se com o presente e encaram o futuro sem medo."





segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Kant - o último grande filósofo da era moderna.

  1. Immanuel Kant
     
    Filósofo
  2. Immanuel Kant foi um filósofo prussiano, geralmente considerado como o último grande filósofo da era moderna. 
  3. Nascimento: 22 de abril de 1724, Königsberg, Alemanha
  4. Falecimento: 12 de fevereiro de 1804, Königsberg, Alemanha
  5. Nacionalidade: Prussiano


Duas coisas povoam a mente com uma admiração e respeito sempre novos e crescentes...o céu estrelado por cima e a lei moral dentro de nós.