quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Francine Rivers - ainda não tinha passado por aqui.


Nascimento: 12 de maio de 1947 (70 anos), Estados Unidos

Amor de redenção de Francine Rivers.

“... Fé, amor, esperança, carinho, mudança, perseverança, confiança, Deus, são esses os temperos que deixam essa história, profundamente marcante.” ( do blog Livros da Nane). Eu acrescentaria que independente da religião que cada um confesse, a leitura deste livro é apaixonante. Um relato muito bem escrito de um grande amor inspirado no amor de Cristo. Vale muito a pena ler.

sábado, 27 de janeiro de 2018

Muito prazer em conhecer: Antoine Laurain.

Antoine Laurain nasceu em Paris nos anos 1970. Formado em cinema, atua como roteirista e diretor. É também jornalista e colecionador de antiguidades. Escreveu cinco romances entre eles  Le Chapeau de Mitterrand, que recebeu o prêmio Landerneau Découvertes e foi adaptado para a televisão na França. A caderneta vermelha é seu primeiro livro publicado no Brasil.
A caderneta vermelha foi-me sugerido pela bibliotecária da Biblioteca do Clube Dores que frequento. 
O comentário que fez ao  indicá-lo despertou minha atenção, disse-me que tem sido um livro muito procurado pelos leitores associados que tecem elogios ao devolvê-lo.. 
Antoine Laurain é um autor jovem e um excelente contador de histórias. Retirei o livro no dia 16/1 e o prazo para devolução iria até dia 31/1. Concluí a leitura em poucos dias. Não é um livro de muitas páginas, para ser exata são 132 de fácil e motivadora leitura. Uma história de uma bolsa roubada e encontrada sobre um contêiner de lixo mas sem nenhum documento ou algo que indicasse a quem pertencia. A partir daí o livreiro Laurent envida todos os esforços possíveis para encontrar a dona da bolsa. Não conto mais para não tirar o gostinho da leitura de quem se sentir motivado a lê-lo. 
Recomendo!
P.S. Não encontrei foto de Antoine Laurain na Internet, precisei fotografar a foto de uma das orelhas do livro para postá-la aqui.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Das leituras de férias - Não nascemos prontos - Mário Sérgio Cortella.

Terminei de ler o "Não nascemos prontos" de Mário Sérgio Cortella. Não é um livro que se deva ler da capo al fine e, sim, em momentos em que estamos dispostos a refletir sobre o que lemos. 
Separei algumas colocações de textos do livro os quais me fizeram refletir.
No texto - Vergonhas amargas - na página 113, Cortella cita uma reflexão de Paulo Freire sobre a compreensão e a tarefa do nosso tempo. Chamou-me a atenção o comentário de Cortella sobre a necessidade de "se repetir não até que as pessoas se cansem, mas até que se convençam": "A melhor maneira que a gente tem de fazer possível amanhã alguma coisa que não é possível de ser feita hoje é fazer hoje aquilo que hoje pode ser feito. Mas se eu não fizer hoje o que hoje pode ser feito e tentar fazer hoje o que hoje não pode ser feito, dificilmente eu faço amanhã o que hoje também não pude fazer."
À página 121, no texto - Sábia consciência -Cortella cita Beda, monge beneditino que viveu há 1300 anos na Inglaterra, também chamado de o Venerável."Beda nos legou (com validade indeterminada!) uma prescrição em forma de advertência, na qual diz que há três caminhos para a infelicidade ( ou fracasso): 1) não ensinar o que se sabe; 2) não praticar o que se ensina; 3) não perguntar o que se ignora." Cortella conclui:"retomando pelo positivo as três advertências de Beda - que o sucesso está na generosidade mental..., na honestidade moral... , e na humildade inteligente..." 
Ainda às páginas 131 e 132 - Um persistente cio - Cortella cita Erich Fromm - psicanalista alemão - que nos advertiu que "o homem moderno pensa perder algo - tempo - quando não faz as coisas depressa; entretanto não sabe o que fazer com o tempo que ganha, a não ser matá-lo". Citando Afonso Arinos em "A escalada" que afirma "domar o tempo não é matá-lo, é vivê-lo".
Cortella acrescenta :"Viver o tempo! Vivificá-lo, torná-lo desfrutável. Ora, nada como um bom livro para fazer pulsar a vida no nosso interior, vida essa que, quando absortos na leitura, nos faz esquecer a fluidez temporal e nos permite suspender provisoriamente a mortalidade e a finitude". 
Foi isso que senti ao concluir as excelentes "provocações filosóficas" de "Não nascemos prontos".

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Mario Benedetti e o Café Literário da Escola para adultos 2016

Anualmente realiza-se na Escola para adultos - FAMES  um Café Literário que tem como objetivo ser um momento em que alunos e professores demonstrem um pouco do que foi feito durante o ano nas disciplinas. em 2016 foram apresentados trabalhos em Espanhol e Inglês que constaram de declamação de poemas, leitura de textos e canto. tive a ousadia de dizer um poema de Mario Benedetti intitulado Tactica y Estrategia que vou transcrever aqui.

TÁCTICA Y ESTRATEGIA

Mi táctica es
mirarte
aprender como sos
quererte como sos

mi táctica es
hablarte
y escucharte
construir con palabras
un puente indestructible

mi táctica es
quedarme en tu recuerdo
no sé cómo ni sé
con qué pretexto
pero quedarme en vos

mi táctica es
ser franco
y saber que sos franca
y que no nos vendamos
simulacros
para que entre los dos
no haya telón
ni abismos

mi estrategia es
en cambio
más profunda y más
simple

mi estrategia es
que un día cualquiera
no sé cómo ni sé
con qué pretexto
por fin me necesites.

Disse ousadia por dois motivos: nunca declamei poesias, muito menos em espanhol e, além disso, decorei o texto todo, coisa que se torna cada vez mais difícil em função da memória. Foi um desafio vencido que me gratificou muito por ser um poeta que amo e que me encanta ler. 
Estou pronta para o Café Literário 2017, ainda não defini qual será minha participação, oxalá consiga fazer um bonito papel, também.


sábado, 11 de fevereiro de 2017

Uma ideia que vale a pena divulgar.



O blog Filha de José divulgou uma campanha que julguei interessante trazer para cá. a campanha visa incentivar a leitura de escritoras e, eu confesso, não é meu hábito, na maioria das vezes procuro por escritores.
Vamos aderir? Tenho certeza que vamos ter muito boas leituras, acesse Leia Mulheres.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Zygmunt Bauman - da liquidez das relações.

Zygmunt Bauman, 2013.
"Há dois valores essenciais que são absolutamente indispensáveis para uma vida satisfatória, recompensadora e relativamente feliz. Um é segurança e o outro é a liberdade. Você não consegue ser feliz, você não consegue ter uma vida digna na ausência de um deles, certo?

Segurança sem liberdade é escravidão e liberdade sem segurança é um completo caos, incapacidade de fazer nada, planejar nada, nem mesmo sonhar com isso. Então você precisa dos dois."
Zygmunt Bauman

Nascimento
19 de novembro de 1925
Poznań,  Polónia
Morte 9 de janeiro de 2017 (91 anos)
Leeds,  Inglaterra,  Reino Unido
Nacionalidade  polaco
Reino Unido britânico











































domingo, 13 de novembro de 2016